Entrevista na íntegra: Bolsonaro anuncia que está com coronavírus

Política | Brasília

07/07/2020


Entrevista na íntegra:


Bolsonaro anuncia que está com coronavírus


Foto: Reprodução - TV Brasil

Nesta tarde, (07/07), o Presidente Jair Bolsonaro convidou apenas os repórteres da TV Brasil, Record e CNN Brasil para anunciar que o teste realizado ontem (06/07) para covid-19 deu positivo. Segue abaixo a entrevista transcrita pelo blog na íntegra.


"Tá tudo normal, graças a Deus. Eu fui muito criticado pelas minhas posições no passado, o objetivo final do isolamento social não é dizer que você não vai contrair o vírus, é fazer com que esse vírus fosse diluído ao longo do tempo para evitar que houvesse um acúmulo nos hospitais por falta de leitos, UTIs ou respiradores. Então essa foi toda a estratégia montada no passado no tocante a isso.


Logo depois o Supremo Tribunal Federal decidiu que essas medidas de isolamento ou não, entre outras, seriam privativas dos governadores e prefeitos. O presidente da República basicamente passou a ser o órgão que repassava dinheiro/recursos para estados e municípios. Como regra, definimos quais eram as atividades essenciais, fizemos algumas, outras alteramos no futuro e essa foi a estratégia montada.


No meu entender houve um superdimensionamento, sabemos da fatalidade do vírus para aqueles que têm uma certa idade, como eu - acima de 65, bem como aqueles que têm comorbidades/doenças e outros problemas. E isso para o vírus poderia ser decisivo e levar à óbito. Todo mundo sabia disso.


O isolamento foi feito de forma horizontal, ou seja, todo mundo ficou em casa - obrigação. Teve certas autoridades que proibiram a ida à praia, onde você transforma, adquire vitamina D através do banho de sol, mas isso coube aos governadores e prefeitos. Medidas outras exageradas, no meu entender ou não, levou um certo pânico da sociedade no tocante ao vírus. Todo mundo sabia que mais cedo ou mais tarde ia atingir uma parte considerável da população, como tem muita gente. Eu por exemplo, se eu tivesse feito o exame, não saberia do resultado. E ele acabou de dar positivo. Deu positivo.


Agora, como isso aconteceu? Vale fazer um breve histórico. Começou domingo com uma certa indisposição e se agravou durante o dia de segunda-feira com mal-estar, cansaço, um pouco de dor muscular e a febre no final da tarde, que chegou a bater 38°C. Resolvi então com esses sintomas, com o médico da presidência apontando para a contaminação pela Covid-19. Fomos fazer uma tomografia no Hospital das Forças Armadas de Brasília. Os pulmões estavam limpos, ou seja, não tinham nada de opacos, dando sinal positivo, mas dados os sintomas, a equipe médica resolvemos aplicar hidroxicloroquina.


Eu tomei ontem, no dia de ontem, por volta das 17 horas o primeiro comprimido e também azitromicina, todo aquele composto foi ministrado, e confeso que como acordo muito durante à noite, normal, depois da meia-noite eu consegui sentir alguma melhora. Às cinco da manhã tomei a segunda dose da cloroquina e confesso a vocês que estou perfeitamente bem. Obviamente, as medidas que estou tomando, protocolares, é pra evitar a contaminação de terceiros. Isso cabe a todo e qualquer cidadão brasileiro, independente se é um cidadão comum ou o presidente da República".


Repórter da TV Record: Que horas o senhor recebeu o resultado do exame? Por exemplo.

Jair Bolsonaro: "Tem mais ou menos 1 hora atrás que chegou esse resultado pra mim, e nós resolvemos divulgá-lo para que não houvesse quaisquer dúvidas no tocante ao que aconteceu comigo".


Repórter da TV Record: Te surpreendeu o resultado?

Jair Bolsonaro: "Não. Eu confesso que achava que tinha pego lá atrás, tendo em vista a minha atividade muito dinâmica perante à população, e digo mais: eu sou o presidente da República e tô na frente de combate, eu não fujo da minha responsabilidade e nem me afasto do povo. Eu gosto de estar no meio do povo, então tendo em vista o meu contato com o povo, que foi bastante intenso nos últimos meses, eu achava até que tivesse contraído e não ter percebido, como a maioria da população que contrai o vírus e não percebe o problema - a contaminação, esperava que tivesse acontecido comigo. Confesso a vocês, se não tivesse feito o exame, se eu tivesse tomado a hidroxicloroquina como preventivo, como muita gente faz, eu estaria trabalhando e obviamente contaminando gente. Essa foi a minha preocupação, onde busquei - onde busquei fazer o exame na própria segunda-feira para evitar o contágio em terceiros".


Repórter da TV Brasil: E de agora em diante, presidente?

Jair Bolsonaro: "Como fica de agora em diante: Quanto ao repouso esse é pessoal, particular meu (risos), não sei ficar parado, tá certo? Tô sendo vigiado pela primeira-dama, manda bastante, vou ficar despachando por videoconferência, e alguns papéis vou assinar por aqui. Não vou poder fugir a essa rotina. Cancelei a minha ida na sexta-feira para a Bahia, juntamente com Rogério Marinho, onde nós inauguraríamos algumas obras, iria no sábado a Paracatu, e como sempre a gente ia visitar um posto da Polícia Rodoviária Federal. A PRF está fazendo um excepcional trabalho com Aggio (Eduardo Aggio de Sá), novo Diretor-Geral da PRF, está batendo recordes de apreensão de drogas. Nesse rápido período dele, levando em conta o período do ano passado, multiplicou por 4 a apreensão de maconha na pista e converso com ele".


"E um fato que acho que cabe a imprensa se interessar é conversando com a senhora que é superintendente da PRF lá em Araguarí, ela disse que o número de mortes por atropelamento tinha se multiplicado por três nas últimas semanas, e eu perguntei a ela o por quê, já que não é normal multiplicar por três o atropelamento. Ela falava que pelo tudo que indicava eram suicídios. Então é um número de mortos por suicídios, não só por esse dados, que não é oficial por parte da PRF ter aumentado, bem como temos tomado conhecimento que muita gente tem morrido em casa porque não vai ao hospital buscar tratamento com medo do vírus. Então, o número de óbitos tem aumentado muito por outras causas, não pelo vírus, mas sim pelo medo do vírus. O pânico também mata".


"O que eu posso falar para todo mundo aqui : esse vírus é quase como já dizia no passado, que fui muito criticado, era como uma chuva - vai atingir você, alguns não, alguns têm que tomar maior cuidado com esse fenômeno, vamos assim dizer. Agora, acontece, infelizmente acontece e repito aqui: as pessoas de certa idade, tem problemas de saúde ou comorbidade uma vez sendo contaminada a chance de óbito aumenta bastante. Isso tem que ser evitado. A gente diz isso fora do isolamento vertical, mas eu fui alijado de tomar decisões no tocante ao tipo de isolamento que quaisquer outras formas de impedir as pessoas de circular".


Repórter da CNN Brasil: Presidente, como o senhor se sentiu hoje pela manhã? O senhor me falou que teve apenas 36°C de temperatura, é isso?

Jair Bolsonaro: "Baixou para 36,7°C, baixou bastante, eu estou bem, normal. Em comparação a ontem eu estou muito bem. Estou até com vontade de dar uma caminhada por aqui, eu não vou fazer por recomendações médicas, mas eu tô muito bem e credito que não só ao atendimento que tive aqui dos médicos, mas da forma como foram ministrado os a hidroxicloroquina, que a reação foi quase de imediato. Poucas horas depois eu já estava me sentindo muito bem, e reforço o que médicos têm dito pelo país todo, eu não sou médico, sou Capitão do Exército: a hidroxicloroquina na fase inicial a chance de sucesso chega por volta de 100%".


Repórter da TV Record: "O senhor foi muito criticado por algumas declarações que teriam minimizado a questão da covid-19. Como o senhor ver esse tipo de crítica agora que o senhor está com o vírus. Qual a análise que o senhor faz desse contexto de críticas e agora estando com a doença?

Jair Bolsonaro: "Tem muita gente que faz o exame e daí toma o conhecimento que já foi acometido pela doença, ou seja, a grande parte da população uma vez contaminada ela não toma conhecimento, não sente absolutamente nada. Eu por exemplo, tive um mal-estar, cansaço a febre, que poderia ser por outro motivo qualquer, um pouco de dor muscular, e confesso que se tivesse tomado hidroxicloroquina eu estaria bem, seria uma forma preventiva, apenas, e estaria muito bem, sem esboçar qualquer reação. Assim acontece com a maioria da população, alguns poucos é dado a idade, comorbidade sentem bastante e podem inclusive levar a óbito".


Repórter da TV Record: O senhor acha que é momento realmente da gente flexibilizar as medidas de isolamento?

Jair Bolsonaro: "Olha, eu não agiria dessa forma como foi feito no passado. O Brasil é um país continental. Você tem a diferença de clima, tem o norte e o nordeste e o sul do país - o vírus se dar melhor em climas mais frios, uma outra questão também é da educação. Eu já falei no passado isso, e fui muito criticado, eu apenas dei uma opinião no tocante a isso daí. As pessoas abaixo de 40 anos de idade, a não ser que tenha algum problema de saúde sério, a chance é próxima de zero a sofrer, a ter consequências maiores da contaminação".


"A garotada está sem sala de aula, vão ter problemas de readaptação do futuro e a grande preocupação nossa. Temos que nos preocupar com o vírus sim! Mas também com a questão do desemprego, que está aí. Quando se falam do aumento do número de suicídios no Brasil é com toda certeza causas é esse elemento, perdem o emprego, tem família, tem responsabilidades, a grande maioria ganha pouco - olha os informais, são mais de 38 milhões de informais no Brasil, que foram reduzidos em média em 20% do poder aquisitivo, que tão em grande parte ainda numa situação não crítica, dada ao auxílio emergencial de R$ 600,00 do governo federal. Então essas questões todas você tem que levar em conta. Não pode apenas falar das consequências do vírus que você tem que se preocupar, mas a vida continua".


"O Brasil tem que produzir, você tem que botar a economia pra rodar. Alguns falavam no passado, me criticando, né: economia se recupera,vidas não. Olha, isso não é uma verdade absoluta. Eu sei que a vida ninguém recupera, mas a economia não funcionando eleva outras causas de óbitos, de mortes, de suicídios no Brasil Isso foi completamente esquecido. Voltaram as baterias pra cima de mim, me criticando de forma bastante dura e eu não tinha espaço pra mostrar o que eu e parte do governo pensava. Sofremos muito com isso, mas você ver que hoje em dia a gente tem razão. Até a questão da hidroxicloroquina - não é porque eu tomei, eu sou uma pessoa, um ser humano, acho que com toda a certeza o fato de eu ter sido contaminado mostra que eu sou um ser humano como outro qualquer outro, mas lá atrás você tinha apenas a hidroxicloroquina pra esse tratamento. Teve até senadores do PT entraram com requerimento junto ao TCU para impedir a hidroxicloroquina. Tudo bem, mas qual é outra alternativa? Não tinha outra alternativa!"


"Você pode ver, tem um apelo emocional da Dra. Raíssa, de Porto Seguro, há poucos dias, pedindo hidroxicloroquina. Levamos esse clamor para o Ministério da Saúde e foi encaminhado para Porto Seguro uma carregamento de 40 mil doses de hidroxicloroquina, que ela ficou bastante feliz. A mesma coisa acontece em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde o prefeito Trad (Marcos Trad) e o deputado estadual faz um apelo para hidroxicloroquina, que não tinha lá, nós levamos ao conhecimento da Saúde (ministério), que eu não tomo decisão nesse sentido, quem toma é a saúde, e hoje chega lá o carregamento de hidroxicloroquina pra atender a população. E olha a ironia do destino: o Trad, que me consta, é primo do Mandetta, que era contra a hidroxicloroquina e lá atrás você lembra que tinha o protocolo do Mandetta dizendo que a hidroxicloroquina só poderia ser utilizado em caso grave. Em caso grave a chance é quase zero de sucesso ao se ministrar a hidroxicloroquina. E agora, hoje, deve chegar em Campo grande esse material".


Repórter da TV Record: Tem muita gente chegando agora porque a gente está ao vivo já algum tempo e muita gente começou a acompanhar agora. Como foi a reação do senhor ao pegar o exame positivo?

Jair Bolsonaro: "Não tem problema. Com naturalidade, não tem que ter pavor, é a vida. Podia ser um exame de uma comorbidade qualquer - é a realidade. Essa questão nós temos hoje em dia, pelo menos acredito, eu sei que não tem uma comprovação científica ainda, mas a eficácia da hidroxicloroquina, bem como outros que têm aparecido. E muita gente tem dito que após ser ministrado esse tipo de medicamento passou a se sentir muito bem. Então é normal, segue a vida. Já dou graças a Deus pela minha vida, pela função que tenho- onde posso dessa forma decidir o futuro desse grande país chamado Brasil".


Repórter da CNN Brasil: Presidente, as pessoas que tiveram contato com o senhor no Palácio da Alvorada, inclusive a primeira-dama, ela fez o exame já?

Jair Bolsonaro: "(Sorriu e perguntou alguém da sua equipe) Parece que ela fez, né? Acabou de fazer o exame e ela é a primeira suspeita, afinal de contas está comigo aí por grande parte do dia, participou de muitas atividades juntos".


Repórter da CNN Brasil: O senhor continuará trabalhando daqui do Palácio da Alvorada?

Jair Bolsonaro: "Vou seguir o protocolo, como cidadão, vou continuar seguindo o protocolo, trabalhando e despachando via videoconferência e raramente recebendo uma ou outra pessoa pra assinar algum documento".


Repórter da TV Record: O senhor pretende escolher o Ministro da Educação nos próximos dias?

Jair Bolsonaro: "É um ministério bastante complexo. São 300 mil servidores. É um ministério que tem seus problemas ao longo dos anos - você ver, a própria prova da PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) em torno de 70 países que fazem, nós somos o último ou penúltimo nesses quesitos de ciência, de interpretação de texto e de matemática. É um sinal que a política do Paulo Freire não deu certo, é uma realidade. Se tivesse dado certo a gente continuaria com ela. Tem muita coisa a ser mudada, ainda existe um certo aparelhamento e muitas pessoas querem ser ministro, pra colaborar com o futuro do Brasil, mas quando via o tamanho do problema, a gente em comum acordo disse que fica difícil trabalhar trabalhar dessa maneira. Ninguém quer chegar lá e dar murro em ponta de faca, mas uma grande realidade nós devemos ter em nossas cabeças é a questão da educação, que não está dando certo. A molecada termina..."


(O repórter emenda outra pergunta: já tem um nome ideal? E o presidente continua) "tem excelentes currículos, mas quando ver o problema de perto, quando a gente mostra pra eles, uns declinam e outros pedem mais tempo para pensar. Eu gostaria de decidir hoje. Tenho um favorito, mas não posso falar porque o mundo cai na cabeça desse favorito. Todo mundo vai pra cima dele,até o que ele fez ao cinco anos de idade e eles sabem disso. Vou ter mais um contato hoje com um candidato - que é do estado de São Paulo, talvez seja ele".


"Temos como reserva o Major Vitor Hugo, que é líder do governo na Câmara é 01 de academia, foi 01 em academia, 01 de EsAO (Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais), 01 da ECEME (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército). É confiança em primeiro lugar, você não pode fugir disso daí. Ele tem uma capacidade grande de organização. Em poucos dias, estudou o Ministério da Educação, trouxe pra mim, apontou os problemas, trouxe para mim. Mas vão cair em cima dele por ser major do Exército, vão dizer que tem militar demais no governo. Como somos paraquedistas, brinquei com ele que é um excepcional reserva pra essa situação. E no meu entender, caso seja ele, não vou dizer que o será, será um bom nome. Como por exemplo alguns criticam o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por não ser médico. O Serra lá atrás como economista foi um bom Ministro da Saúde, e ele está fazendo um bom trabalho. Está realmente funcionando. Ele é ruim de imprensa, mas é excelente como gestor na saúde, o que a gente precisava há muito tempo de alguém com esse perfil lá. Mas é um nome que ficará para sempre, completando três meses como interino ele já deu uma excelente contribuição".


Repórter da TV Record: Ontem o senhor teve uma extensa agenda de compromissos com muitos ministros. Foi feita alguma recomendação para os Ministros em relação a fazer exames também?

Jair Bolsonaro: "Não, não, eu não entro nessa esfera. Cada um sabe das suas condições físicas. O Heleno,por exemplo, o mais antigo, disse que teve e ficou chateado em casa, fazendo bicicleta em casa e não sentiu absolutamente nada. Naquela viagem nossa aos Estados Unidos a maioria da tripulação chegou aqui contaminada, até o Major Cid contaminou, ficou em casa por alguns tempo e também não sentiu absolutamente nada, e é assim com a maioria da população.


Repórter da CNN Brasil: Presidente, há uma previsão para realização do segundo teste?

Jair Bolsonaro: "Eu acredito e vou perguntar ao médico que segunda-feira, talvez, seja o momento de fazer o segundo exame".


Repórter da TV Record: O médico está acompanhando o senhor o tempo inteiro?

Jair Bolsonaro: "Está. Fico até constrangido, não sou acostumado com isso. Tem o médico aqui, equipe médica que pernoita aqui no Palácio, mas não apenas para atender a minha família, nós temos um pouco mais de 100 pessoas que trabalham nesse complexo aqui tratando de tudo quanto é assunto. Você está vendo aqui, chama-se de Palácio da Alvorada, eu não sei, deve ser uns dois hectares de construção, com toda certeza. Além de cerca de 100 militares que fazem a segurança da região aqui".


Repórter da CNN Brasil: Hoje mais cedo o senhor disse que já estava 100% e queria voltar a trabalhar, que tem obras para inaugurar. Ou seja, o senhor está impaciente?

Jair Bolsonaro: "É lógico que eu estou impaciente, mas vou seguir o protocolo, afinal de contas a lei e este protocolo serve para qualquer cidadão brasileiro".


Repórter da TV Record: Presidente, uma última palavra, estão pedindo pra gente encerrar, O que o senhor fala para a população em respeito da doença e quais são as orientações que o senhor passa para a população?

Jair Bolsonaro: "O cuidado mais importante é com seus entes queridos, aqueles mais idosos com problemas de saúde. Esse tem que ter um cuidado especial, com os demais você toma cuidado - tudo bem, mas não precisa entrar em pânico. A vida continua, todo mundo está em grande parte preocupado com o fim da sua atividade laboral, temos que voltar a trabalhar porque caso contrário a economia pode se colocar numa situação bastante complexa. E como já disse no passado: Não se pode combater o vírus onde o efeito colateral desse combate seja pior do que os danos causados pelo próprio vírus".



Foto: reprodução - TV Brasil

"Pera aí um pouquinho, vou afastar um pouquinho aqui só pra vocês verem a minha cara aqui, tá certo? Tô bem, tô tranquilo, graças a Deus. Tudo em paz e obrigado a todos aqueles que oraram por mim e torceram por mim. Eu estou bem. Os que criticaram não tem problema, podem continuar criticando à vontade. Afinal de contas, a liberdade de expressão nós a preservamos e vemos como um dos pilares da democracia. Então vamos tomar cuidados, em especial com os mais idosos e comorbidades, jovens tomem cuidado, mas se foram acometidos pelo vírus, fiquem tranquilos porque pra vocês a possibilidade de algo mais grave é próximo de zero. Obrigado a todos e até daqui a uma semana, se Deus quiser".

© 2020 - Vitor Catanho

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